Aeroportos devem paralisar atividades nesta sexta-feira (28/4)


Atenção passageiros com viagem marcada para esta sexta-feira (28/4): os aeroviários podem aderir à greve geral contra a reforma trabalhista e da previdência e paralisar as suas atividades. Se estava pensando em relaxar neste feriadão, você -pode enfrentar transtornos nos aeroportos, pois mesmo aqueles que não estiverem em greve serão afetados com o efeito cascata de cancelamentos. Alguns serviços como check-in, embarque, desembarque e setor de atendimento ao cliente poderão ser prejudicados.

De acordo com informações levantadas pelo site Melhores Destinos, que entrou em contato com as companhias aéreas brasileiras, a Gol e a Latam já se posicionaram quanto à situação. Azul e Avianca ainda estão definindo quais orientações serão oferecidas aos seus clientes. De acordo com o portal, passageiros da GOL com voo marcado para esta sexta-feira (28/4)  poderão remarcar (antecipar ou adiar) sem custo adicional pelo canais de atendimento da companhia, pelo site ou pelo telefone 0800 704 0465. No caso de passagens emitidas pelo programa Smiles, o atendimento será pelo telefone 0300 115 7001. Clientes da Latam podem escolher entre as seguintes opções: alterar a data e voo (mesma origem e destino), antecipando em um dia ou adiar a viagem para até 15 dias da data original, sem cobrança de multa e sujeito à disponibilidade de cabine; mudar a origem e o destino do voo sem cobrança de multas, mas sujeito às mudanças tarifárias e respeitando a validade do bilhete; solicitar reembolso do bilhete sem a cobrança de multas.


Profissionais associados ao Sindicato Nacional dos Aeroviários (SNA), entidade que representa quase todos os aeroportos, menos São Paulo, Recife, Porto Alegre e Manaus, optaram pela adesão à greve nacional. Os aeroportos de Guarulhos e de Recife também devem paralisar as atividades, segundo a Federação Nacional dos Trabalhadores em Aviação Civil (Fentac), e somente 30% dos funcionários deverão continuar trabalhando, o que deve ocorrer também em Congonhas. O aeroporto Salgado Filho, de Porto Alegre, ainda está definindo se vai aderir ao movimento.