Os maiores (e mais engraçados) perrengues de viagem

Se tem algo que é super comum em viagens são os perrengues. A gente sai da rotina e, claro, as chances de se atrapalhar são muito maiores. Quem tem um olhar mais positivista da vida acaba vendo neles o tempero ideal para as histórias que terá para contar no futuro. Parceiros aqui do Passaporte Oficina, convidamos o empresário Tércio Pereira, o jornalista Ricardo Ruas e a enfermeira Thábata Santos para dividir alguns fatos engraçados/curiosos pelos quais já passaram. Ilustramos as histórias com gifs, porque o que queremos é nos divertir com tanta coisa tão fora do comum!


Tércio

Perdeu um voo porque dizia na passagem: dia 20 de abril, 0h30min. Ele foi no dia 21.


Pegou um táxi com um motorista mal encarado em Buenos Aires. Como recusou comprar maconha do taxista, precisou pagar um “valor extra” referente a “impostos federais”.


Na China, com a mãe, teve as malas extraviadas. Detalhe, a mãe veste GG, numeração inexistente por lá. Acabou tendo que lavar o pouco de roupa que tinha no chuveiro.


Na ida pra Lima, a aeronave estava decolando quando descobriram que estava vazando querosene, resultado: voo cancelado (ainda bem!);


Em Bali estava todo feliz capturando Pokémons com o celular quando um homem de dois metros de altura cismou que estava tirando foto dele e veio tirar satisfação. Exigiu que mostrasse as fotos do celular para ter certeza de que não havia feito nenhum registro dele.


Voltando de uma viagem de carro do Uruguai para o Brasil havia uma reta deserta, momento inoportuno para ter um “piriri”. Suando frio, depois horas, encontrou um posto de combustível bem feinho. “Agradeço a Deus sempre por aquele estabelecimento ter surgido no meio do caminho e espero que os negócios deles prosperem”, brinca.


Na China, todos os menus eram em mandarim, ou seja, impossível de entender. Até que achou um restaurante onde o cardápio tinha foto. Depois da escolha e de degustar todo o prato, tentou uma conversação em inglês com a garçonete e acabou descobrindo: era cachorro.


Em Roma ele foi tirar uma foto em um monumento, todo feliz, com os braços abertos. Era um santuário militar. Acabou levando uma bronca dos vigias por não respeitar a história dos mortos de guerra.


Em Manila pegou um táxi e o motorista perguntou se podia cortar caminho, o que foi prontamente aceito. Resumindo, ele entrou favela adentro e o carro acabou perseguido por dois caras de bicicleta.