Histórias engraçadas são o tempero das viagens

Depois dos perrengues do Tércio, hoje é a vez de sabermos das histórias do Ricardo, porque trapalhadas são divertidas e merecem ser contadas aos poucos. 

No meio do caótico e lerdo trânsito de Bangcoc, o motorista do táxi dormiu ao volante. Sim, o carro estava parado, mas foi preciso acordar o homem quando a fila voltou a andar.


A chegada ao Chile, para ver a neve durante o Inverno, foi por volta das 3h da madrugada, numa temperatura de sete graus negativos. A reserva no hotel não havia sido confirmada, apesar do voucher impresso nas mãos. Sem vagas naquele edifício, ele e os amigos foram levados para outro, da mesma rede e tiveram que encarar uma caminhada no frio para se alojar.


Em Boracay, nas Filipinas, Ricardo e seu companheiro de viagem foram fazer um passeio de barco e por falta de vento não conseguiram retornar. Acabaram deixados sozinhos no outro lado da ilha. Tiveram que voltar em três numa motocicleta. Era o que tinha.


O que dizer de passar 10 dias com exatos US$ 153 em plena Nova York? Foi o que aconteceu depois de esquecer uma pasta com documentos e todo o dinheiro durante uma conexão aérea. Tudo foi entregue, mas em cheque! Até resolver a troca, teve de apostar na economia e deu certo.


Em Lisboa ofereciam cocaína em cada esquina que passava. Chegou a ficar em dúvida se eram traficantes mesmo, ou policiais infiltrados para tentar pegar quem aceitasse comprar a droga.


Já perdeu as contas de quantas vezes perdeu voos. Sempre que precisa embarcar em Florianópolis tem problemas, devido ao intenso tráfego de veículos da entrada da cidade. Sempre é preciso ir com várias horas de antecedência ou amargar o avião indo embora sem ele.