Atrapalhadas de viagem para contar para os netos

A enfermeira Thabata Santos também é positivista e ri dos próprios micos e mancadas. “Se não for assim, a gente acaba prejudicando todo o investimento de meses por causa de algo que saiu fora da rotina”. Vamos rir que é melhor mesmo, né?!

Apesar da quantidade de neve que caía numa viagem ao Chile manteve o passeio para Farellones e Valle Nevado. O problema é que no retorno, com nova nevasca, o micro-ônibus atolou. Foi preciso paciência, coragem e tempo, já que foram seis horas até o resgate.


Nos Estados Unidos teve uma conexão curta, num voo entre Nova York e San Diego. E claro que viria problema: se atrapalhou para localizar o portão, que era em outro terminal. Sem falar muito bem o inglês na época, entrou em desespero, levou bronca dos funcionários da companhia aérea porque não havia despachado a bagagem ainda e precisou correr para chegar a tempo no avião.


Em Bali, aproveitando a piscina do hotel depois da praia, precisou resgatar uma senhora que caiu no desnível entre o bar molhado e a área de banho. A mulher quase se afogou, mas não deixou cair as cervejas que carregava para o outro lado da piscina.


Durante a viagem para a Ásia, foi “obrigada” por um dos amigos que viajava junto a gravar um vídeo em cada cidade comendo comidas estranhas. “Como o próprio videomaker se arrependeu do cardápio esquisito, acabou pegando leve nas gravações seguintes”, recorda.


Nesta mesma viagem para a Ásia, na última cidade da trip, acabou ficando sozinha já que os dois amigos optaram por ir conhecer a Ilha de Boracay, quase cinco horas de distância (entre avião, ônibus, ferry boat e carro).