Viajar e estudar em outros países


Carimbar o passaporte para conhecer outros países do mundo é um sonho que muita gente vem realizando. E parte destes viajantes percebeu que, além do turismo, dá para conciliar períodos de estudo no Exterior. Podem ser cursos técnicos, de idiomas, de algo que seja um hobby como gastronomia ou pintura.

Países como o Canadá possuem 300 mil estudantes universitários estrangeiros. E o governo investe em bolsas de estudo para poder ter por perto profissionais interessados em se desenvolver na vida. No final do ano passado, o país modificou o sistema eletrônico de seleção de imigração, conhecido como Express Entry, para facilitar a obtenção de cidadania por parte de estudantes internacionais. Tem ainda um projeto de lei submetido ao Senado para reestabelecer uma lei que conta metade do tempo que os estudantes passam nas universidades canadenses como o período exigido para a obtenção da cidadania.

O Canadá necessita de imigrantes talentosos para preencher as vagas deixadas por uma população pequena e envelhecida. A expectativa é chegar a quase meio milhão de estudantes estrangeiros matriculados no país nos próximos 10 anos.

Universidade concede bolsas

A Quest University, que fica em Squamish, do Canadá, oferece bolsas de estudo para estrangeiros que desejam cursar graduação em 2017 e 2018. Os estudantes interessados devem escolher entre os três tipos de modalidades de bolsas ofertadas. Podem se candidatar profissionais de áreas como administração, arquitetura, engenharia, economia, artes e design, biologia, química, tecnologia da informação, educação, geografia, antropologia, história, turismo e comunicação. As inscrições vão até 1º de março em financial.aid@questu.ca.
         
Governo neozelandês com oportunidade aos brasileiros

Na Nova Zelândia, tem vagas específicas para brasileiros no programa New Zealand Development Scholarships. A proposta é para incentivar avanços acadêmicos e científicos no Brasil nas áreas cobertas pelo projeto. Os candidatos precisam ter até 39 anos, ter trabalhado por um ano na área pretendida, apresentar proficiência comprovada em inglês, e terá de se comprometer a permanecer no Brasil, após seu retorno, por dois anos, a fim de colocar em prática a pesquisa neozelandesa. As bolsas cobrem todos os custos essenciais: viagem, seguro saúde, mensalidades e um valor mensal para os custos de vida. Inscrições até 30 de março, no site do governo da Nova Zelândia.